Reunido com correligionários, na sede da AERC, ontem (30(, o governador do Amapá Waldez Góes (PDT) anunciou que amanhã (1) renúncia ao cargo de governador para concorrer ao Senado.
Assume o governo o vice-governador Pedro Paulo Dias (PP), pré-candidato a governador.
Pedro Paulo promete manter a aliança que governa o Amapá desde 2003, da qual fazem parte seu partido, o PMDB, o PT, o PSDB, o PR, o PCdoB, entre outras legendas.
Segundo, a jornalista Alcinéa Cavalcante isso é “cantiga pra ninar boi”.
Ela pode estar certa, afinal o PSDB tem pré-candidato ao governo: Jorge Amanajás e a reeleição para o Senado: Papaléo Paes.
A maioria dos deputados governistas não compareceu ao anúncio de Waldez, pois se sentiram traídos, haja vista que havia, segundo eles, um acordo pelo qual Góes cumpriria o mandato até o fim e apoiaria Jorge Amanajás para o governo e Papaléo Paes para o Senado.
Se, acabou com o fica ou sai, Waldez não anunciou se o PDT vai de candidatura própria ou se apoiará um dos três pré-candidatos postos a mesa para degustação dos governistas.
O mais provável é que Waldez cumpra o acordo pactuado em 2006 com Pedro Paulo, que desistiu da candidatura ao Senado para não atrapalhar a reeleição de José Sarney (PMDB) mediante a promessa de que em 2010 seria o candidato ao governo com o apoio da base governista.
O problema é que na base governista de Waldez tem mais candidatos a governador e a senador do que as vagas disponíveis.
Ao navegar pela internet a cata de notícias sobre as eleições estaduais tenho me deparado com histórias do arco da velha.
O interessante é que as notícias que mais chamam a atenção estão relacionadas às disputas entre correntes petistas.
É assim no Amazonas, onde dois grupos brigam por quem apoiar se o candidato de Lula ou o do governador.
No Mato Grosso, a disputa pela vaga a candidato ao Senado é absurda. Um grupo quer impedir a senadora Serys Marly de concorrer à reeleição.
No Mato Grosso do Sul, Zeca do PT pretende se aliar ao DEM, apesar da direção nacional dos Democratas ter emitido nota proibindo qualquer coligação com o PT.
O mais grave é a oferta que Zeca do PT fez ao PTB para apoiar a sua pretensão de voltar a governar o MS. A oferta é de R$ 1.5 milhões e mais uma penca secretarias, caso ele se eleja.
Se incluísse as desavenças petistas no Maranhão, Amapá, Rio de Janeiro, Pernambuco e outros estados o texto seria quilométrico.
Por isso vou me deter no Piauí. Ou melhor, vou repassar-lhes o texto do colunista político Zózimo Tavares, do Diário do Povo, de hoje (31):
“Os meios políticos piauienses voltaram a ficar excitados, ontem, diante das informações e especulações de que o governador Wellington Dias decidiu quebrar sua jura de ficar no mandato até o fim e renunciar para correr atrás de uma cadeira de senador. Antecipei a informação da nova decisão do governador na edição de segunda-feira, adiantando que ele estava dependendo apenas de uma saída honrosa para deixar o cargo. A saída parece ter sido encontrada. O governador viajou a Brasília e encarregou os petistas de espalhar que ele, ao retomar o projeto da candidatura, estava atendendo apelo do presidente Lula e do partido para reconsiderar a sua decisão e concorrer ao Senado. E não se falou de outra coisa durante todo o dia de ontem. Depois da volta do governador, as reuniões dele com o PT e com lideranças do blocão governista vem se sucedendo. Mas ele tem se esquivado de prestar novas declarações à imprensa, aliás, uma decisão acertada, pois a estas alturas não fica bem para o governador declarar uma coisa pela manhã e, à tarde, já aparecer com algo diferente. O novo momento vivido pelo governador se divide entre dramático e folclórico. É dramático porque ele vai refluir de uma decisão que tomou depois de muita reflexão, segundo ele mesmo informou, solenemente. Depois de muita reflexão e também de muita oração. Ele passou a noite do dia 18 em claro, entre meditações e orações, conforme informou à imprensa, no dia 19. Nos dias seguintes, jurava que sua decisão era irreversível. É folclórica, também, porque, naquela ocasião, dizia que ficava no governo em nome de Deus, para o bem do Piauí. Agora, para sair – uma decisão que deve anunciar formalmente até sexta-feira, dia 2 – ele terá que justificar-se dizendo que deixará o governo para atender a um apelo do presidente Lula. Ou seja, o poder de convencimento do presidente, em poucos minutos de conversa, foi bem maior do que o de Deus, depois de uma noite em claro. De todo modo, a renúncia ao seu mandato para concorrer ao Senado é um direito seu, amparado constitucionalmente. Ele só não precisava era dizer uma coisa e, logo em seguida, desdizer, para fazer outra.”
Pelo visto, a revogação do irrevogável de Mercadante está fazendo escola no PT.
Em 2009, o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima (PMDB), que deixa a pasta hoje para se candidatar ao governo da Bahia, privilegiou com recursos da pasta cidades baianas, segundo a Associação Contas Abertas. Prefeituras baianas receberam 45,9% de R$ 555,3 milhões destinados a todos os órgãos públicos municipais pelo ministério.
Segundo o estudo, dos R$ 555,3 distribuídos entre 756 municípios brasileiros, R$ 254,9 milhões beneficiaram 137 cidades baianas, e os R$ 300,3 milhões restantes, as 619 demais. O levantamento mostra que o ministério pagou ano passado, na rubrica prevenção e preparação para desastres, R$ 143,7 milhões. Os municípios baianos receberam R$ 69,4 milhões. Os quatro maiores estados brasileiros (MG, SP, RJ e RS), juntos, receberam só R$ 8,7 milhões. (O Globo) Leia mais.
A principal associação de professores de São Paulo, ligada ao PT, decretou greve no ensino estadual. A adesão foi mínima, mas mesmo assim os professores conseguiram bom destaque nos meios de comunicação. Primeiro, bloqueando uma das principais avenidas da Capital, a Paulista, que dá acesso a seis grandes hospitais; depois, queimando livros - cena que se julgava banida desde as grandes queimas promovidas pelos nazistas; e assumindo claramente o caráter eleitoral e partidário da greve. O objetivo, segundo a líder do movimento, "é quebrar a espinha" do governador José Serra, candidato tucano à Presidência da República. O pior, entretanto, nem foi isso. Para este colunista, filho e sobrinho de professoras de escolas públicas, acostumado a vê-las como educadoras, o que mais chocou foi o relato de uma advogada, a dra. Emília, cujo nome inteiro é mais seguro resguardar, diante dos fatos a que assistiu. "Quando a passeata acabou, o que deixaram de lixo e destroços pelas imediações do palácio e do Estádio do Morumbi, onde estacionaram os ônibus fretados, foi absurdo. Eram imagens degradantes que mais pareciam de mictório público, daqueles que não dá para passar na porta. Um nojo! Se não são educados, se não sabem nem respeitar a rua por onde passa, ou acampa, não têm como educar (...)" Um filme de muito sucesso, Fahrenheit 451, fala de um tempo em que os livros são proibidos, opiniões têm de seguir a massa e o pensamento crítico vira crime. O título do filme se refere à temperatura em que os livros pegam fogo.
Um cabo de vassoura com a ponta bem enrolada com durex duplo ou aquela fita crepe, bem grudento. Não pode abaixar? Veja como ajuda. Quem não tem cão, caça com gato. Tem horas que precisamos de toda a nossa criatividade para inventar e nos virarmos. O improviso varia de acordo com a necessidade. Ou com a preguiça. Temos de ter desprendimento para improvisar.
A dica do pau grudento foi da enfermeira, já que não posso me abaixar (nem me rebaixar) pelo menos nos próximos dois meses. E tudo cai da mão quando não pode cair. Achei genial e pensei quantas coisas nós "armengamos" todos os dias. Por preguiça, ou até por praticidade. Nossa capacidade de inventar arranjos e soluções, mesmo que temporárias, é algo que deveria ser mais bem explorado. Poderia até virar uma tese. A dúvida é qual título seria: "Nós, os Professores Pardais", "Nós, Os Patetas", ou "O Nosso Lado Doido em Situações Saia Justa".
Não, nem vem. Não é feliz quem ainda não lambeu a faca, ou usou a colher grande na xicarazinha; ou a ponta da faca. Ou comeu com colher, de preguiça de procurar o garfo. Não é feliz quem nunca raspou o tacho, ou comeu na embalagem mesmo. Leia mais.
Cabral critica Gabrielli por declarações sobre royalties
O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), criticou hoje o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, pelas declarações dele ontem a respeito das distribuição dos royalties no País, nas quais se mostrou contrário à destinação de 80,9% dos royalties para o Estado.
Para Cabral, o modelo atual funciona perfeitamente. "Gabrielli não devia falar sobre isso. A Petrobras tem sua sede no Rio de Janeiro. Ele foi indelicado", disse o governador, durante o evento "Invest in Rio", para investidores estrangeiros, no The Plaza Hotel, em Nova York.
Cabral mostrou-se confiante na possibilidade de que a decisão da Câmara sobre royalties seja revertida. "Tenho certeza de que os deputados vão refletir sobre o que fizeram." Ele se referia à aprovação, pela Câmara, da chamada emenda Ibsen, que redistribui a receita de royalties de petróleo entre Estados e municípios e tira do Rio cerca de R$ 7 bilhões. Cabral disse ainda que uma mudança no marco regulatório do País seria "um equívoco". (Luciana Xavier na Agência Estado)
O "bota-fora" do governador de São Paulo, José Serra (PSDB), que será realizado hoje pelo conselho do Sistema de Negociação Permanente (Sinp), entidade que congrega 42 sindicatos do funcionalismo público do Estado, tem como líder Carlos Ramiro de Castro, petista histórico e suplente do senador Eduardo Suplicy (PT-SP). Ele classifica o governo paulista como "autoritário" e nega que o "bota-fora" tenha cunho eleitoral.
Ramiro, ou Carlão, como é conhecido entre os colegas de sindicato, faz parte dos quadros do PT desde 1985. Professor de biologia, foi presidente do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) de 2002 a 2008, filiado à CUT, braço do PT no movimento sindical nacional. As informações são do jornalO Estado de S. Paulo.
Lula comunicou ao presidente do PT, José Eduardo Dutra, que precisa dar um jeito de incluir o senador Crivella (PRB) na chapa governista no Rio. Numa reunião com senadores da base há uma semana, no CCBB, Lula falou para todos o recado que deixou para o governador do Rio: Falei para o Cabral que o apoio do PT a ele depende do Crivella na chapa, senão o PT terá candidato. Foram testemunhas da fala presidencial Ideli Salvatti, JoãoRibeiro, Ignácio Arruda, Tião Viana, Renan Calheiros, entre outros. De Lula, no evento do PAC 2, para Lindberg Farias: Meu voto para Senado no Rio é seu e do Crivella. (Leandro Mazzini no Informe JB)
Em tempo:O problema não é do Dutra é do Cabral que não tem como descartar o Picciani, seu parceiro de longas datas, da disputa pelo Senado. Aliás, o Lindberg já está pedindo votos para o Crivella.
Ministro do Trabalho e Emprego e presidente do PDT nacional, Carlos Luppi, afirmou que o partido em Mato Grosso “possui autonomia para definir as alianças”. A anuência da legenda para a candidatura do empresário Mauro Mendes (PSB) foi referendada em reunião realizada na noite de ontem, em Brasília, que contou com participação do presidente estadual do PDT, Otaviano Pivetta e do ex-procurador da República, Pedro Taques. Luppi virá a Cuiabá no dia 12 de abril para participar de ato político do partido.
Luppi destacou, em entrevista ao Diário, por telefone, que o nome de Taques é uma aposta para o crescimento da legenda e que o ex-procurador tem total apoio do partido para pleitear vaga ao Senado. “Há mais de um ano estamos nesse processo de conversação com o Pedro Taques e eu sempre disse que os dois nomes para disputar o Senado era o dele (Taques) e do Otaviano Pivetta. Acredito que o procurador assim como Pivetta são viáveis eleitoralmente. A vinda dele para o PDT vai ajudar no crescimento e na ampliação dos quadros”, disse. (Sonia Fiori no Diário de Cuiabá)
O deputado federal Carlos Abicalil foi enfático ontem, ao desmentir o coordenador de marketing da Agecopa e suplente de deputado, Roberto França, e reafirmar sua disposição em concorrer ao Senado pelo PT, no lugar da senadora Serys Marli. Em seu programa de TV, Roberto França disse que, ao perceber que o ex-senador Antero Paes de Barros (PSDB) e o ex-procurador da República Pedro Taques (PDT) entraram na disputa pelo Senado, Abicalil deve recuar e "jogar a companheira Serys na fogueira".
"Eu não sei de onde esse senhor retirou essa informação. Eu não vislumbro a possibilidade de conceder a desistência, como foi anunciado", disse Carlos Abicalil, se referindo a Roberto França. Abicalil não quis comentar o potencial dos concorrentes.
O deputado afirmou ainda que aguarda um contato do presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra, para participar de nova rodada de negociação com a senadora Serys, que não abre mão de disputar a reeleição. (Mariane de Oliveira em A Gazeta) Cadastre-se para ler mais.
Gabeira hesita sobre apoio à candidatura de Maia ao Senado
Depois de quase sacramentada a aliança entre PV, DEM, PSDB e PPS, o candidato a governador na coligação, deputado federal Fernando Gabeira (PV-RJ), ameaça roer a corda. Gabeira disse ao Valor que ainda está estudando se vai apoiar a candidatura do ex-prefeito Cesar Maia (DEM) ao Senado.
Ancorado na última pesquisa do Instituto Vox Populi, encomendada pelo jornal carioca "O Dia" e divulgada na sexta-feira, que o mostra com 18%, contra 38% do governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), e 20% do ex-governador Anthony Garotinho (PR), Gabeira agora diz que seus eleitores têm um forte sentimento negativo em relação ao ex-prefeito. Em janeiro, para aceitar a candidatura a governador impôs a condição de ter uma coligação ampla, que daria mais tempo de televisão. (Paola de Moura no Valor) Leia mais.
A avaliação positiva de Aécio Neves à frente do governo do estado passou de 74% em março de 2003, ano da posse, para 92% em março deste ano, mês da desincompatibilização do governador, que exerce o segundo mandato consecutivo, para a disputa de cadeira no Senado. Os números são do Instituto de Pesquisa Vox Populi. O pico da avaliação positiva, 95%, foi registrado em dezembro de 2006, no último mês do primeiro mandato. A avaliação positiva inclui as respostas ótimo, bom e regular dadas à pergunta De uma maneira geral, como você avalia o desempenho do governador Aécio Neves à frente do governo? Está sendo: ótimo, regular, ruim ou péssimo?.
As respostas negativas, ruim e péssima, começaram em 6%, tiveram pico em maio de 2004, 11%, e voltaram aos 6% do início do governo, em março deste ano.
Em relação à situação de Minas Gerais, sequência de levantamentos do instituto, feita a partir de maio de 2004, registraram 32% de avaliação considerada ótima, no primeiro mês, e 63%, em março de 2010, com pico de 66%, em dezembro do ano passado. As avaliações ruim e péssima somaram 17% em maio de 2004, a mais alta da série, e 6%, este mês. (Leonardo Augusto no Estado de Minas)
Luciano Ducci (PSB) tomou posse na manhã de ontem como prefeito de Curitiba. Em sessão solene na Câmara Municipal, Ducci recebeu o cargo deixado por Beto Richa, que renunciou à prefeitura para disputar o governo do Estado. Funcionário de carreira da administração municipal, ex-secretário municipal de Saúde e vice-prefeito de Curitiba nos dois mandatos de Beto, Ducci assume a prefeitura por dois anos e nove meses, prometendo dar sequência ao Plano de Governo da atual administração municipal.
“Recebo essa nova missão com muita emoção e responsabilidade, de dar sequência nos compromissos com a população assumidos por mim e pelo Beto. Meu principal desafio será manter os altos índices de aprovação que a prefeitura de Curitiba vem alcançando”, declarou. (Roger Pereira em O Estado do Paraná) Leia mais.
O diretor-geral da Usina de Itaipu, Jorge Samek, poderá deixar o cargo até o próximo sábado para ficar à disposição do presidente Lula na montagem da chapa da aliança de apoio, no Paraná, à candidatura da ministra Dilma Rousseff à presidência da República. Samek seria uma das opções do PT para oferecer como candidato a vice-governador ao senador Osmar Dias, pré-candidato do PDT ao governo do Paraná. Samek estava desde ontem em Brasília, onde conversaria com o presidente da República sobre a possibilidade.
Samek disse a O Estado que, quando esteve em Araucária há duas semanas, o presidente o consultou sobre a disposição de concorrer nas eleições deste ano. Mas, se deixar o cargo, Samek disse que será apenas uma medida preventiva, caso seja necessário, lá na frente, assumir uma candidatura. “Esse é o chamado instituto da precaução. O presidente trabalha com todas as possibilidades. Se eu me afasto, eu saio do impedimento, mas não significa candidatura. É só para uma situação de necessidade. Ele me consultou e eu disse “sou do time, presidente”, justificou. (Elizabete Castro em O Estado do Paraná) Leia mais.
O fazendeiro Vitalmiro Bastos de Moura, conhecido como Bida, acusado de ser o mandante do assassinato da missionária Dorothy Stang, em fevereiro de 2005, teve seu julgamento adiado para o dia 12 de abril, às 8h. O julgamento, marcado para esta quarta-feira [31], foi cancelado, porque o advogado de defesa não compareceu ao Tribunal.
Segundo informou o juiz Raimundo Moisés Flexa, presidente da 2ª vara do Tribunal do Júri, o advogado Eduardo Imbiriba encaminhou um bilhete explicando sua ausência e justificando que Superior Tribunal de Justiça não teve tempo para o julgamento de recursos.
O juiz disse ter lamentado o adiamento e ressaltou que o advogado de defesa está respaudado pela lei, mas que a sociedade espera que seja feita justiça o quanto antes. (Diário do Pará Online) Leia mais.
O presidente estadual do Partido dos Trabalhadores (PT), senador João Pedro, lançou ontem o deputado federal Francisco Praciano (PT-AM) para concorrer a uma das duas vagas ao Senado nas eleições deste ano. Também não descartou ser candidato à Câmara dos Deputados ou à Assembleia Legislativa do Estado (ALE-AM). O presidente do PT-AM argumenta que o partido tem espaço e história para fazer parte de chapa majoritária no cargo de vice-governador. O PT está dividido entre as candidaturas de Alfredo Nascimento (PR), defendida por João Pedro, e a do vice-governador Omar Aziz (PMN), defendida pelo deputado estadual Sinésio Campos.
A manifestação do senador petista – que se despediu do Senado porque o titular Alfredo Nascimento retoma amanhã o mandato conquistado em 2006 – é uma ofensiva ao que ele chama de “perversidade contra o PT” feita pelo governador Eduardo Braga que praticamente fechou a chapa a governador (Omar Aziz), vice (José Melo), senadores (Braga e Vanessa Grazziotin) e até suplentes (Sandra Braga e Lírio Parizzoto, da Videolar) sem levar em conta o partido do presidente Lula e da pré-candidata ao Palácio do Planalto, Dilma Rousseff. (Antônio Paulo em A Crítica) Cadastre-se para ler mais.
O deputado estadual Sinésio Campos (PT) declarou que irá entregar o cargo de líder do Governo na Assembleia Legislativa do Estado (ALE) caso o partido não apoie, nas Eleições 2010, a candidatura do vice-governador Omar Aziz (PMN), ao Governo Estadual. Omar assume hoje à noite a função de governador do Estado. O deputado afirmou, ainda, que o PT tem condições de pleitear a indicação do nome de um candidato a vice-governador na chapa em que firmar coligação este ano.
Sinésio Campos e o presidente regional do PT, João Pedro, protagoniza uma disputa interna sobre qual candidato será apoiado, no Estado, pela sigla. João Pedro, que é suplente no Senado Federal do ministro dos Transportes Alfredo Nascimento, defende o apoio ao candidato do PR. Já Sinésio Campos é a favor de que o PT firme aliança com o PMDB, de Eduardo Braga, no apoio a candidatura de Omar Aziz (PMN).
“O PT perde se romper com o governo. Temos sete secretarias e sou o líder. Mas, se apoiarmos outro candidato, acho uma incoerência permanecer no governo”, disse. (Rosiene Carvalho em A Crítica) Cadastre-se para ler mais.
O ministro Alfredo Nascimento reassume seu mandato de senador na próxima segunda-feira, 5. Ele deixa o comando do Ministério dos Transportes para concorrer ao Governo do Estado nas eleições de outubro. Nesta entrevista a A CRÍTICA, Alfredo se mostra cauteloso quando o assunto é eleição. Insiste em dizer que ainda não é tempo para tratar do assunto, mas explica o que o credencia para disputar a vaga aberta pelo governador Eduardo Braga.
O senhor acredita na possibilidade de entendimento com o vice-governador Omar Aziz?
Em política tudo é possível. A candidatura do Omar (Aziz), do Serafim (Corrêa) e de tantos outros são legítimas. Política é a arte da busca do entendimento. E eu vou conversar com todos. Vou tentar conversar com todas as pessoas.
Quantos apoios o senhor contabiliza nas bancadas federal, estadual e Câmara de Manaus?
Ainda não conversei com ninguém. Não busquei apoio. Só vou poder falar disso depois de conversar com as pessoas. Antes disso não tem como fazer essa análise.
Houve um estremecimento da relação do Lula com o Braga por causa da sua pré-candidatura?
Não sei. Acho que não. Não sei se o presidente estaria aborrecido por esse ou aquele motivo. As decisões locais, são locais, o presidente prega a união. Nós que fazemos política temos que entender que a busca do entendimento é boa para o Estado. Isso tem que ser tentado. Se não houver, paciência. (Aristide Furtado em A Crítica) Cadastre-se para ler mais.
Infelizmente, assistimos mais uma vez à utilização de movimentos populares como arma eleitoral, o que vem ocorrendo de forma acintosa em São Paulo, com a interminável greve “dos professores” (as aspas na expressão serão esclarecidas na continuidade do texto) e os slogans anti-Serra berrados nas avenidas da cidade. Não vai aqui nenhuma censura ( jamais!) ao direito inalienável de se criticar seja qual candidato for. Porém, mais uma vez as condições criadas pelo governo federal, que transformou entidades dantes defensoras (sic) dos direitos dos trabalhadores sem estabelecer fronteiras em organismos cooptados, provocam uma dicotomia de ações que deixa claríssimo que o interesse não é defender professores ou outros trabalhadores, mas tão-somente fazer campanha política. Caso contrário, por que a CUT não expande o movimento dos professores para outras capitais, outros estados? Será que os professores do Maranhão, do Rio de Janeiro ou mesmo da Bahia estão ganhando tão bem que não precisem de reforço sindical para melhorar sua situação? Sem medo de ser cansativo, insisto em lembrar o caso Arruda. O ex-governador do Distrito Federal, claramente envolvido em grossa corrupção, foi justamente punido e sofreu o escárnio dito popular, capitaneado por CUT e UNE. No entanto, ao longo de cinco anos de escândalos envolvendo figuras do governo federal, após o clímax do mensalão petista, não se viu uma figurinha qualquer da UNE nem da CUT nas ruas. Pelo contrário, passaram a paparicar o ex-presidente posto na rua por eles durante o belíssimo Fora Collor. Isso pode funcionar bem agora e vocês, da CUT e da UNE, podem morrer de rir ao serem criticados, debochar etc. Mas, a menos que fiquem eternamente no poder, dia virá em que terão que prestar contas aos verdadeiros trabalhadores e aos verdadeiros estudantes, hoje “representados” apenas para fazer claque ou execrar os adversários políticos do poder vigente. Quer dizer, digo que terão que prestar contas se essa massa despertar da letargia e perceber que está sendo engabelada. Isso, veremos... (Tribuna da Bahia)
Um ato hoje, ao meio-dia, na sede do diretório estadual do PP, coroa um processo de articulação política que durou quase um ano. O agora ex-conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) Otto Alencar se filia ao PP para ser o nome do partido na chapa do governador Jaques Wagner. Nome dado como certo pelo gestor para compor a majoritária, Otto se candidatará a vice, tornando-se o primeiro companheiro de Wagner já definido para a disputa.
O martelo foi batido em encontro realizado ontem, no Palácio de Ondina. É esperada a presença de Wagner no ato de filiação. No entanto, a assessoria do governador negou essa possibilidade. Otto, que ocupou a função de vice entre 1999 e 2002 e administrou o estado durante os nove últimos meses desta gestão, renunciou ontem à condição de conselheiro do TCM, confirmando notícia antecipada pela Tribuna da Bahia na edição de sexta-feira passada. (Adriano Villela na Tribuna da Bahia)
Conforme os leitores deste sítio já sabiam há muito tempo, o secretário-executivo do Ministério da Integração Nacional, João Santana, será empossado como ministro, no lugar de Geddel Vieira Lima.
A transmissão do cargo será realizada no Palácio do Itamaraty, às 11:00, sob o comando presidente Lula.
Além de Geddel, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff e mais oito ministros deixarão o governo Lula hoje. São eles: Reinhold Stephanes (Agricultura), Hélio Costa (Comunicações), Alfredo Nascimento (Transportes), Carlos Minc (Trabalho), Edison Lobão (Minas e Energia), Edson Santos (Igualdade Racial), Patrus Ananias (Desenvolvimento Social) e José Pimentel (Previdência).
Lula quer que Wellington deixe o governo e dispute o Senado
O governador Wellington Dias reuniu ontem, em sua residência, os aliados do blocão governista para comunicar sua conversa com o presidente Lula. Entre as informações repassadas pelo governador está a de que a estratégia do PT é fazer um bom número de senadores e deputados federais. Nesta estratégia está incluído o nome de Wellington Dias. O governador já admite a possibilidade de sair como candidato a senador. "Não são fáceis as conversas. Nós vamos decidir pelo que for melhor. O mais importante é o interesse coletivo e não os interesses particulares. O problema é que tem interesses particulares que estão ficando acima dos interesses de todos e isso tem sido um empecilho. Estamos conversando com todos", comentou o governador, durante solenidade na ponte do Sesquicentenário. Ele iniciou o dia se reunindo com aliados. Wellington esteve com os petistas a quem informou o teor da conversa com o presidente Lula sobre a sua permanência no Governo. O PT nacional conta com uma eleição de Wellington Dias para o Senado. Por conta disso, ele pode mudar de opinião. Pelo menos disse que vai reanalisar a situação. (Luciano Coelho no Diário do Povo) Leia mais
Com 1080 metros de comprimento e 14,2 de largura, foi inaugurada nesta terça-feira, 30 a Ponte Joel Silveira sobre o rio Vaza-Barris. A obra custou R$ 59 milhões e a partir desta data, faz a ligação entre Aracaju e o litoral sul do Estado. Agora para alcançar a capital da Bahia, Salvador, o sergipano percorrerá menos 70 quilômetros. A ponte foi inaugurada pelo governador de Sergipe, Marcelo Déda e contou com a presença do ministro do Turismo, Luiz Eduardo Pereira Barretto.
As solenidades foram abertas com a inauguração da Praça dos Jornalistas e, logo em seguida, o governador Marcelo Déda, o ministro Luiz Barretto, secretários do governo de Sergipe e diversas autoridades percorreram a ponte até a Praia da Caueira. Em seguida, o governador e autoridades se dirigiram para o palco montado ao lado da cabeceira da ponte, onde fizeram breves discursos. (Cinform) Leia mais.
Depois da divulgação retumbante de que apresentaria denúncias capazes de deixar o prefeito Ricardo Coutinho (PSB) inelegível, o ex-secretário municipal de Administração, Francisco Barreto refreou o discurso e abriu o anúncio ontem na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) afirmando que as supostas irregularidades apresentadas "poderiam até não ser ilegais, mas no mínimo imorais e antiéticas". No contraponto, Ricardo, que é pré-candidato ao governo do estado, avisou que vai exigir comprovação das denúncias "infundadas na Justiça".
As supostas irregularidades apresentadas por Barreto um dia antes da renúncia de Ricardo são referentes à suspeitas de fraudes nas doações para financiar a campanha à reeleição do socialista em 2008. Barreto reuniu o material em um dossiê com mais de nove mil páginas, que serão anexadas à ações remetidas ao Ministério Público Eleitoral, Federal, Receita Federal e Polícia Federal. "Ainda esta semana acionarei estes órgãos para que possam averiguareste levantamento feito há 15 dias atrás", sinalizou. (Lívia Falcão em O Norte) Leia mais.
"Ele será desmoralizado de novo"
Denominando Francisco Barreto como um "cidadão que foi afastado da prefeitura por causa de improbidade administrativa, ao dar dinheiro e comissões a amigos sem a autorização", o prefeito Ricardo Coutinho garantiu que exigirá na Justiça a comprovação das denúncias. "Ele (Barreto) será mais uma vez desmoralizado", previu.
"As denúncias não vão dar em nada, porque minha imagem é muito mais forte do que este tipo de besteira. Minha imagem vai continuar intacta, porque se existe um político que não dá trabalho à Justiça Eleitoral, este sou eu", defendeu Ricardo ao afirmar que as denúncias fazem parte de uma estratégia de José Maranhão (PMDB) para tentar inviabilizar sua candidatura ao governo. Ricardo renuncia hoje e passa o cargo ao vice-prefeito Luciano Agra. A cerimônia ocorre às 17h na Estação Cabo Branco. (O Norte) Leia mais.
Governadora: "José Agripino está com medo do presidente Lula"
Depois de uma década e meia no Executivo, a professora Wilma Maria de Faria está de volta à disputa por uma vaga no Legislativo. Ela passa o governo do Estado ao vice Iberê Ferreira de Souza na próxima quarta-feira. Poucos dias depois estará nas estradas em busca de votos para o Senado. Wilma está convicta da vitória. Afirma que sai do governo com a sensação do dever cumprido, satisfeita com os índices sócio-econômicos e com disposição para enfrentar as dificuldades. Como conquistas do governo ela cita o programa de adutoras, recuperação de estradas, saneamento básico e assistência social. Reconhece problemas na Saúde e na Segurança Pública, “problemas que o Brasil todo tem.” Sobre as críticas, que começam a ter um tom mais elevado em função da campanha eleitoral, ela é enfática: “Não vou aceitar linchamento moral. Responderei à altura.” Nesta entrevista, Wilma faz um balanço dos sete anos de governo - ela foi prefeita de Natal por dois mandatos – garante que é “candidatíssima” ao Senado e critica o senador José Agripino, “que está com medo do presidente Lula”, e a senadora Rosalba Ciarlini, pré-candidata do DEM ao governo do Estado. “Eu não a vejo fazer nada. Vejo-a fazendo propaganda política esquecendo de fazer a parte dela no Senado.” (Tribuna do Norte) Leia a entrevista aqui.
Vice-governador toma posse e diz que disputa reeleição
A quarenta e oito horas de ser empossado no cargo de governador do Rio Grande do Norte, o vice-governador Iberê Ferreira de Sousa [PSB] desembarcou no Aeroporto Internacional Augusto Severo. Depois de 15 dias em São Paulo, onde foi para fazer um checape e terminou retirando um nódulo cancerígeno do pulmão, Iberê Ferreira chegou e não escondeu a emoção.
“Sinto-me muito emocionado, muito feliz, voltando a minha terra e reencontrando aqui tantos amigos, tantas pessoas que torceram, rezaram, lutaram pela minha saúde. Só posso estar muito feliz e emocionado”, disse Iberê Ferreira. O vice-governador chegou acompanhado do filho, João Olímpio Ferreira, conhecido como Joca, da assessora de imprensa Juliana Celli e do deputado estadual Gustavo Carvalho. No hangar do Governo, foi recebido por auxiliares da administração estadual, correligionários do PSB e aliados políticos. Entre eles, estavam os deputados federal João Maia e estaduais Ezequiel Ferreira (PTB), Márcia Maia (PSB) e Gustavo Carvalho (PSB).
Iberê Ferreira disse que até segunda-feira anunciará os nomes dos novos secretários. Ele informou que primeiro conversará com a governadora Wilma de Faria para, em seguida, definir os auxiliares. Sobre os projetos políticos, ratificou que mantém a candidatura. “Prioridade é minha saúde, mas enquanto não tiverem brigando no tempo saúde e a minha atividade não tenho porque desistir. No primeiro momento a prioridade que dei foi a saúde. Agora vou administrar”, destacou. (Tribuna do Norte) Leia mais e, ainda, "Prefeita Micarla deve receber alta hoje".
Causa espécie o comentário da Veja desta semana, onde o jornalista que assina a matéria afirma com todas as letras que Ciro Gomes está descartado em sua pretensão de ser candidato a presidente da República. Afirma o sr. Gurgel que Lula e Eduardo Campos, este Governador de Pernambuco e presidente do partido do Ciro, acertaram, faz dias que Ciro Gomes não terá legenda do PSB para disputar a presidência. Pode ser, pode não ser. Se for verdade, Cid Gomes fica inteiramente a vontade para se engajar no palanque de Zé Serra, eis que nunca se soube de Cid de amores ou até namoros com a candidatura de Tia Dilma. Educadamente recebe o presidente e seus acompanhantes, mas nunca o vi, ou ouvi dizendo que é Dilma desde menininho. Se não for verdade, ele continua com o palanque armado para o irmão, o que foi, é, e será perfeitamente natural, como natural seguir a linha de votar em Tasso Jereissati para o Senado, a quem se refere como o maior político vivo e etc. e coisa e tal. Assustam as declarações da Veja, pois sua descandidatura é dada como favas contadas. Será um duro golpe no sentimento político nacional, já tão habitado por gente que não cumpre palavra e que só pensa no seu próprio entorno, pra não dizer no seu próprio bolso. O neto de Miguel Arraes teria a quem puxar pelo lado materno, cumprindo a palavra e o caminho racional do político sério, já do outro lado, não conheço a família do pai dele. Será que Ciro está nessa sendo o último a saber, pergunto-lhe eu. (O Estado/Ceará)
PSB pesa prós e contras para decidir futuro de Ciro
Por enquanto, o PSB mantém o discurso de que o deputado federal Ciro Gomes (PSB) continua candidato à Presidência da República. Porém, antes da decisão definitiva, haverá outras reuniões - a próxima já na semana que vem, quando dirigentes da legenda se reúnem com Ciro e quando pode sair a definição.
Na última segunda-feira, em Brasília, Ciro se reuniu com o presidente nacional do partido e governador de Pernambuco, Eduardo Campos, em encontro do qual participou seu irmão e governador do Ceará, Cid Gomes, além de parlamentares do PSB.
Segundo o vice-presidente nacional do partido, Roberto Amaral, a reunião avaliou que o cenário hoje para Ciro é positivo. "Mesmo estando sem partidos aliados, a candidatura conta com uma média de 12% nas pesquisas nacionais", afirma o vice-presidente, que é cearense. (Tiago Coutinho com Érico Firmo em O Povo) Leia mais.
Pressão dos EUA sobre o Irã pode atingir Petrobras
Aumentou a pressão dos EUA por sanções contra o programa nuclear iraniano, tanto no Conselho de Segurança da ONU, do qual o presidente Obama exige uma decisão "em semanas", como sobre as empresas que têm negócios com o Irã. Lista de empresas com financiamento americano que são alvo de investigação do Congresso dos EUA por comércio com o Irã inclui a Petrobras, segundo o "New York Times". O porta-voz do Departamento de Estado, Philip Crowley, disse que Obama quer "uma conversa mais ampla" sobre essas empresas, e que o tema já foi tratado pela secretária Hillary Clinton com o presidente Lula e o chanceler Celso Amorim. O Itamaraty nega. A Petrobras diz que o contrato de exploração de petróleo com o Irã expirou em 2008. Em dez dias, o Brasil enviará a Irã, Egito e Líbano missão com 90 empresários, comandada pelo ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge.
Governo aponta abuso na prescrição de emagrecedor
Relatório nacional divulgado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), com dados de 2009, indica abuso na prescrição de drogas anorexígenas (remédios usados para emagrecer, como a sibutramina). Entre os maiores prescritores de sibutramina no país está um médico do tráfego, que aplica exames para obtenção da carteira de habilitação. O maior prescritor do femproporex, outra droga do gênero, é dermatologista. Os dados foram obtidos por sistema que monitora eletronicamente a venda de medicamentos controlados. Em 2009, foram consumidas quase duas toneladas de sibutramina, cuja venda o governo acaba de restringir. A Anvisa pretende levar os dados ao Conselho Federal de Medicina. Segundo o primeiro-secretário do CFM, Desiré Carlos Callegari, poderão ser abertas sindicâncias para investigar eventuais irregularidades.
EUA e Brasil discutem montar no Rio base civil antinarcotráfico
Por sugestão da Polícia Federal, o governo brasileiro discutiu ontem com o comandante do Comando Sul dos EUA, tenente-brigadeiro Douglas Fraser, a proposta de criação de uma base civil "multinacional e multifuncional" que teria sede no Rio, informam Rui Nogueira e Rafael Moraes Moura. A base formaria, com outras duas já existentes, em Key West (Flórida) e em Lisboa, o tripé de monitoramento, controle e combate ao narcotráfico e contrabando, sobretudo de armas, além de vigilância antiterrorista. A base no Rio, assim como as outras duas, não admitiria operações sob comando de estrangeiros. Os países que aceitam participar dos programas de cooperação de combate ao crime organizado enviam adidos que trabalham sempre sob supervisão dos agentes do país soberano sobre a base. Em Key West há vários agentes latino-americanos, inclusive do Brasil.
União sem repasse
O encerramento do prazo de apresentação de emendas ao projeto que altera os repasses dos royalties do petróleo movimentou o Congresso. Entre as propostas apresentadas, a mais discutida foi a dos senadores Francisco Dornelles (PP-RJ) e Renato Casagrande (PSB-ES), representantes dos estados mais importantes na produção petrolífera. O texto restringe o repasse a estados e municípios (tanto produtores quanto não produtores), que ficariam com 56% do total. À União restaria uma parcela criada por meio de um fundo especial. A emenda refere-se apenas às áreas ainda não licitadas, não atingindo, portanto, os contratos atuais, firmados no regime de concessão fora do pré-sal.
Wilson fica no GDF e não disputa reeleição
Há 40 dias como governador interino do Distrito Federal, Wilson Lima pretende continuar à frente do Buriti até dezembro. Em entrevista ao Correio, ele afirma abrir mão da reeleição garantida como deputado distrital e não se desincompatibilizar do cargo até sexta-feira, quando termina o prazo concedido pela Justiça eleitoral. “Não vou abandonar o barco”, diz. Wilson Lima vai disputar as eleições indiretas marcadas para 17 de abril na Câmara Legislativa, mas alerta para o risco de interesses nefastos prevalecerem na disputa. “Muitas das pessoas interessadas em participar da eleição indireta estão de olho é na reeleição no fim do ano.” O governador considera ser prioritário preservar a normalidade institucional no Distrito Federal e, por essa razão, procura imprimir seriedade e transparência em sua administração. “Os ministros do STF já deixaram claro que o uso político de cargos poderia ser um argumento a favor da intervenção”, revela.
Siderúrgicas elevarão preço do aço em até 14,5% em abril
As siderúrgicas brasileiras já programam aumento de preços do aço no mercado doméstico de 10,5% a 14,5% a partir de abril. Elas começam a repassar o aumento do minério de ferro, em fase final de negociação, acima de 90%. A mudança no sistema de fixação de preços do minério, que muda de correções anuais para trimestrais, entra em vigor amanhã. "Toda a indústria vê o novo sistema como inevitável, dadas as condições de oferta apertada do minério, que elevaram o preço spot na China para US$ 150 a tonelada", avalia Ivan Fadel, analista de mineração e siderurgia do Credit Suisse. Segundo apurou o Valor, uma vez estabelecido o sistema trimestral, baseado num índice que represente o mercado, as mineradoras não vão mais fazer rodadas de negociações com as siderúrgicas como as que vigoraram nas últimas quatro décadas. O preço será determinado pelo mercado, como acontece com petróleo, soja e outras commodities, alertam fontes do setor de mineração, referindo-se à pressão por reajustes menores feitas por associações de empresas siderúrgicas europeias e chinesas.
Corre-corre por peixe mais barato
Preços estão, em média, 10% mais caros em relação a 2009. Veja algumas dicas de onde encontrar pescados mais em conta. Cioba tem sido o mais procurado pelos consumidores.
Um dia a casa sai?
Anunciado há um ano, o Minha casa, minha vida prometia entregar 1 milhão de casas no país. Em BH, até hoje, nenhuma das 200 mil famílias de baixa renda cadastradas viu sequer a cor de um imóvel. Mas, a seis meses das eleições, o governo federal resolveu lançar versão ainda mais ambiciosa do programa: agora, promete 2 milhões de moradias.
Assembleia aprova aumento para os mais altos salários
Deputados aprovaram aumentos para as cúpulas de Judiciário, Ministério Público e Tribunal de Contas, além de brigadianos.