Principal
Artigos
Colunas
Perfil
Fale conosco
 
 
 
 
05.02.2010 | 08:53:52
Até segunda-feira

Sigo para o Siri na Lata

Os bonecos, ainda, sem o nariz de palhaço, que fazem parte da decoração são o ponto alto da festa.

Embora hoje em dia o Carnaval seja um tipo de diversão sem compromisso político, a 31ª edição do Baile Siri na Lata pretende resgatar o bom humor anárquico de outras datas e investir contra assuntos na pauta da política nacional. O baile, marcado para hoje, às 22h, tem como recorte temático “Brasil: um grande circo”. Os salões do Clube Português (bairro das Graças), têm arte assinada pelo arquiteto Walter Holmes, e foram decorados com figuras de políticos e notas fiscais dos shows da Empetur, entre outras polêmicas recentes.

Para mostrar essa sintonia entre humor e política, a produção do evento convidou para a festa a estudante Geyse Arruda, expulsa de uma universidade paulista, a Uniban, sob argumento que usava vestido curtinho (assunto que causou polêmica no fim de 2009). Outro detalhe que acentua essa conexão é o ingresso da festa, desenhado por Lailson, que ilustra caricaturas de Dilma Rousseff, José Serra e Ciro Gomes. Entre as atrações musicais, nomes adaptados às prévias do Recife: no comando, Almir Rouche e Banda e pelo Maestro Spock, e como convidados, Marina de La Riva, Silvério Pessoa, China, Marrom Brasileiro, Nana Queiroga e Gustavo Travassos. (Folha de Pernambuco)

Em Tempo: Hoje à noite estarei no baile. Aproveito para um breve descanso. Volto na segunda-feira (8).

Publicado ou Escrito por Chico Bruno
Versão Para Impressão | Envie Esta Mensagem
05.02.2010 | 08:41:02
Direto da Varanda: Chico Bruno

No Brasil não existe o direito de resposta, diz Sarney

Em seu artigo semanal de hoje (5) na Folha de S.Paulo, o senador José Sareney (PMDB-AP) usa o espaço para se defender.

Em seu estilo rococó, o maranhense passeia por Lenin, chega a seu mestre e padrinho político Vitorino Freire, a quem traiu, tornando-se um adversário implacável.

Cita Dominique de Villepin, político ligado a Chirac que disputou com Sarkozy, até chegar no ponto que queria para se defender.

"Aqui, num dos "diálogos" divulgados de processos sigilosos, um dos circunstantes dizia: "Vou para a casa do Sarney". Examinada a gravação pelo perito Molina, provou-se que a fita fora montada e que a voz e a frase não constavam do diálogo e eram de outra pessoa. Fora enxertada na tentativa de mostrar intimidade minha com o acusado, a quem eu não conhecia."

Em seguida, o maranhense volta a passear por fatos históricos para mostrar seus conhecimentos da matéria e se perde ao encerrar o artigo com uma deslavada mentira.

"Nada pior do que esses golpes sórdidos da luta política. Ainda mais no Brasil, onde não existe o direito de resposta."

Esse é o Sarney, para quem no país não existe direito de resposta. Ora, bata-me um abacate, senador.

No Brasil, além do sagrado direito de resposta, existe ainda o direito de ser cara de pau.     

Publicado ou Escrito por Chico Bruno
Versão Para Impressão | Envie Esta Mensagem
05.02.2010 | 08:40:06
Luiz Carlos Azedo no Correio Braziliense

Morte por afogamento

A estratégia do governo para remover a candidatura a presidente da República do deputado Ciro Gomes (PSB) é não responder às críticas do ex-ministro da Integração Nacional e pressionar os demais líderes do seu partido para que não aprovem a candidatura. Assim, Ciro morreria na beira da praia. Essa linha está sendo adotada em Pernambuco, onde o PT ameaça lançar a candidatura do ex-prefeito de Recife João Paulo contra o governador Eduardo Campos, presidente do PSB, que é candidato à reeleição; e no Ceará, onde a opção petista seria lançar a prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins, contra o governador Cid Gomes (PSB), irmão de Ciro, candidato à reeleição. No Espírito Santo, o senador Renato Casagrande (PSB), que aparece nas pesquisas como um candidato muito competitivo, foi isolado pelo PT. A situação se repete em outros estados.
O presidente Lula aposta que até março haverá ampla maioria de parlamentares do PSB interessados em coligar com o PT nos estados e se incorporar à coalizão encabeçada por Dilma Rousseff (PT). As recentes declarações de Ciro de que pretende aceitar a decisão do partido não seriam mera retórica, mas o reconhecimento de que seu isolamento pode obrigá-lo a desistir da disputa por falta de apoio do próprio partido. Ciro já respira de snorkel, aquele canudo usado pelos mergulhadores para nadar com a cabeça debaixo d’água. (Coluna Brasília-DF com Norma Moura)

Em Tempo: O colega Azedo deve ter conversado com o Dirceu, antes do embarque para Cuba, ou com alguém próximo dele, pois esse é o desejo expresso por José Dirceu frente a frente com Cid Gomes e que foi repudiado pelas lideranças petistas do Ceará. Já em Pernambuco ele sonha com isso, mas não tem coragem de dizer na tampa para Eduardo Campos. 

Publicado ou Escrito por Chico Bruno
Versão Para Impressão | Envie Esta Mensagem
05.02.2010 | 08:17:01
Painel da Folha de S.Paulo
Aqui e agora

Com a discussão sobre o vice de Dilma Rousseff em banho-maria, o PMDB, que amanhã realiza convenção para reconduzir Michel Temer à presidência, cuida de assegurar objetivo mais imediato: a manutenção de todas as suas posições na Esplanada depois da saída dos ministros-candidatos. Está decidido que Reinhold Stephanes (Agricultura) será substituído por Wagner Rossi, próximo a Temer. Hélio Costa (Comunicações) transformará o preposto José Artur Filardi Leite, atual chefe de gabinete, em secretário-executivo. O Planalto não morre de amores pela ideia, mas, com o palanque de Minas Gerais em negociação, ninguém quer arranjar encrenca com Costa.
Pré-condição. A cúpula peemedebista admite a possibilidade de Geddel Vieira Lima (Integração Nacional) não conseguir emplacar o aliado João Santana, atual secretário-executivo, desde que o partido indique o substituto.
Mais um. Para o lugar de Edison Lobão (Minas e Energia) irá seu secretário-executivo, Marcio Zimmermann.
Os outros. Ainda do PMDB, José Gomes Temporão (Saúde) deve permanecer no cargo. O mesmo se diz no Planalto sobre Nelson Jobim, na contramão de seguidos relatos segundo os quais o titular da Defesa estaria de saída. (Renata Lo Prete)

Publicado ou Escrito por Chico Bruno
Versão Para Impressão | Envie Esta Mensagem
05.02.2010 | 08:13:14
Ditadura militar

Audiência entre vítima de sequestro e ex-agente do Dops vira acerto de contas

A ação de reparação de danos morais movida pelo ex-agente do Dops João Augusto da Rosa contra Luiz Cláudio Cunha, autor do livro "Operação Condor: o Sequestro dos Uruguaios", acabou se transformando, em audiência realizada ontem, em Porto Alegre, num acerto de contas entre perseguidores e perseguidos nas ditaduras dos anos 70 e 80.
A obra de Cunha, que é jornalista, relata o sequestro dos ativistas uruguaios Universindo Díaz e Lilian Celiberti e de seus dois filhos menores, em 1978, em Porto Alegre (RS), por agentes do Dops, entre os quais Rosa.
Rosa foi chamado de "sequestrador" e "mentiroso" durante a sessão. O ex-agente queixou-se da "dor" de seus "filhos e netos" após o ressurgimento da acusação.
Arrolada como testemunha do autor, Lilian Celiberti afirmou que Rosa "foi um dos que me sequestraram e me levaram ao Uruguai". O ex-agente ficou impassível.
A sentença do caso deve sair em algumas semanas.
(Graciliano Rocha na Folha de S.Paulo)

Publicado ou Escrito por Chico Bruno
Versão Para Impressão | Envie Esta Mensagem
05.02.2010 | 08:10:51
Disputa

Suecos e americanos também oferecem desconto nos caças

Surpresos pela negociação direta do governo brasileiro com a fabricante francesa Dassault, os concorrentes na disputa pelo fornecimento dos novos caças da FAB reclamam o direito de oferecer novos preços para seus aviões. Conforme a Folha revelou ontem, a Dassault baixou em US$ 2 bilhões a oferta pelo pacote de seu caça, o Rafale. O avião, favorito do governo Lula, foi então escolhido em uma reunião entre o presidente e o ministro Nelson Jobim (Defesa) na terça passada. Ainda não há previsão do anúncio formal.
"Ficamos surpresos [com a escolha do Rafale], mas ainda esperamos o resultado final. Se houver a oportunidade, gostaria de poder oferecer preço ainda mais baixo. Estamos dispostos a isso. Sempre trabalhamos com o preço apresentado na revisão das propostas em outubro. Não tivemos mais contato com a FAB depois disso", afirmou Bengt Janér, diretor da sueca Saab no Brasil.
O caça sueco, o Gripen NG, foi o escolhido na avaliação técnica da FAB por ser mais barato, além de oferecer transferência de tecnologia e conhecimento maior por ser um projeto em desenvolvimento. Para o representante da outra concorrente, a Boeing norte-americana, "pareceu algo estranho" a França ter negociado com o Brasil após a entrega das propostas finais à FAB em outubro. "Não tivemos a mesma oportunidade, mas, se isso for possível agora, estaremos muito felizes em conversar com o governo", disse Mike Coggins. (Igor Gielow com colaboração de Eliane Cantanhêde na Folha de S.Paulo) Assinante do jornal ou do UOL leia
mais.

Publicado ou Escrito por Chico Bruno
Versão Para Impressão | Envie Esta Mensagem
05.02.2010 | 08:07:05
Mato Grosso

Para Procuradoria, carta de vice é "propaganda eleitoral completa"

O envio de cartas a eleitores e crianças de Mato Grosso pelo vice-governador Silval Barbosa (PMDB), pré-candidato ao governo do Estado, concentra todos os elementos de "uma propaganda eleitoral completa".
A afirmação é do Ministério Público Federal, em trecho de representação encaminhada ao TRE (Tribunal Regional Eleitoral) de Mato Grosso por propaganda eleitoral extemporânea.
As cartas, personalizadas com o auxílio de dados específicos dos destinatários (nome, idade, opção religiosa), são distribuídas desde o final do ano passado.
Nas cartas endereçadas a adultos, a conotação eleitoral é explícita: "Refleti muito quando o partido me convidou para ser seu pré-candidato a governador [...]. Aceitei a missão".
Para o procurador Thiago Lemos de Andrade, as cartas têm a "evidente e cristalina" intenção de conquistar eleitores e são compostas de todos os elementos que caracterizam propaganda eleitoral: referências à eleição, exposição de qualidades e pedido de voto.
Silval negou que tenha "qualquer interesse eleitoral" na medida -que qualificou como uma forma de "contato mais próximo" com a população. (Folha de S.Paulo)

Publicado ou Escrito por Chico Bruno
Versão Para Impressão | Envie Esta Mensagem
05.02.2010 | 08:04:53
Sucessão de Lula

Para oposição, Dilma dá prova de ineficiência

Líderes de partidos de oposição afirmaram ontem que a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, mostrou que é ineficiente ao não conseguir executar a maior parte das obras previstas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Para a oposição, o programa é eleitoreiro e caracteriza-se por uma junção de vários projetos que estavam em andamento no âmbito dos Estados e municípios.

"A Dilma é a verdadeira madrasta do PAC", ironizou o líder do DEM na Câmara, deputado Paulo Bornhausen (SC). "Ela vai ter de responder pelo fracasso do PAC", completou.

O deputado argumentou que o "grosso" do programa são investimentos feitos pela iniciativa privada e pela Petrobrás. "Dinheiro do Orçamento da União é muito pouco", disse, lembrando que obras como a duplicação da BR 101 Sul não foram concluídas até agora e só devem terminar em 2014.

Na avaliação do líder do PSDB na Câmara, João Almeida (BA), o PAC é um programa eleitoreiro elaborado pelo governo para promover a candidatura de Dilma à Presidência. "O governo federal pegou uma série de ações dos três entes federativos, pôs em um pacote e colocou o nome de PAC."

Segundo ele, "os melhores resultados são aqueles em que a gestão é dos governadores de Estado". "O que está sob gestão direta da Casa Civil é de uma ineficiência muito grande."

Para o líder do DEM no Senado, José Agripino Maia (RN), a maioria dos investimentos do programa não saiu do papel. "É um legado terrível. A eficiência na execução do PAC é medida pelos valores pagos."

Na opinião do deputado Raul Jungmann (PPS-PE), é natural que a mãe defenda o filho e minimize os defeitos do garoto. "Como a ministra Dilma é a mãe do PAC, não se espera que ela fale a verdade sobre o programa." (Eugênia Lopes em O Estado de S.Paulo)

Publicado ou Escrito por Chico Bruno
Versão Para Impressão | Envie Esta Mensagem
05.02.2010 | 08:00:54
Sucessão de Lula

Aécio espera pesquisas de abril para definir se aceita ser vice de Serra

Cotado para ser vice na chapa do PSDB que disputará a Presidência, o governador mineiro, Aécio Neves, tomará uma decisão entre a abril e maio deste ano e, até essa data, pretende ponderar o desempenho de José Serra nas pesquisas de intenção de voto, dizem aliados. Se avaliar que o paulista sustenta a dianteira, é provável que abrace a causa. Do contrário, se dedicará à eleição em Minas.

Aécio diz que não está nos seus planos compor a vice. A cautela, no entanto, baseia-se no temor de que o favoritismo de Serra seja recall das eleições passadas e a tendência do governador seria perder espaço para os demais candidatos. Para os aliados de Aécio, ele não pretende entrar num projeto que, além de não ser seu, tem chances de derrota.

A cúpula do PSDB está convencida de que a chapa puro-sangue é a forma de vencer a candidatura governista da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT). Ter um bom desempenho em Minas, dizem os caciques, seria a única forma de compensar a provável derrota no Nordeste. "Serra será candidato em qualquer circunstância, mas sabe que com Aécio a vitória fica mais próxima", afirmou um líder do partido. (Ana Paula Scinocca e Julia Duailibi em O Estado de S.Paulo) Leia
mais.

Publicado ou Escrito por Chico Bruno
Versão Para Impressão | Envie Esta Mensagem
05.02.2010 | 07:56:43
Análise do Plano de Dilma

Texto panfletário perde-se em chavões

As primeiras linhas produzidas pelo PT para sua candidata não surpreendem. Antes, confirmam o caráter nacionalista e plebiscitário que o partido pretende imprimir à campanha de Dilma Rousseff, com ênfase na reestatização, em contraponto ao governo FHC, identificado como "entreguista".

Proposto como carta de intenções, o texto é panfletário, traindo sua inspiração eleitoral e perdendo-se em chavões do tipo "herança maldita" e afins. Seu espírito intervencionista leva a prever um governo federal imiscuindo-se no planejamento de cidades - desde os meios de transporte até as salas de cinema.

Sem perder de vista o governo FHC, o PT sugere sutilmente que Dilma produzirá mais avanços ideológicos do que Lula. Com isso pretende reduzir o grau de insatisfação de seu eleitor histórico, atingido pelo pragmatismo de um presidente que frustrou expectativas juvenis de alas radicais do partido que imaginavam possível bancos sem lucros ou investimentos sem retorno.

Por isso, a tese de que um eventual governo Dilma teria um programa "mais à esquerda do presidente Lula". Porém, não mais esquerdista, apressa-se em explicar o presidente do partido Ricardo Berzoini.

Isso explica ainda a inclusão no documento das polêmicas conferências de conteúdos controladores. Elas estão lá , previstas como fornecedoras de subsídios para o Poder Legislativo, novidade que lhe dá uma aparência menos autoritária.

Essa tentativa de manter a fidelidade de seus eleitores históricos com teses que alimentam sua esperança se junta a um esforço de sedução de novos segmentos, como a classe média das grandes cidades, bafejadas pela promessa de soluções para transporte, segurança, saúde e educação. Mas a partir de ações restritas à autonomia dos governos estaduais e municipais.

Essa preocupação eleitoral imediata faz dessa carta de intenções do PT uma penca de metas que o exercício do poder provará utópicas. É o caso, entre outras, da que se refere à política nacional de defesa, com a nítida digital do assessor especial para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia. Ela prevê uma megaindústria nacional em articulação com países da América do Sul e de "outras regiões", no cenário de um Brasil mais presente no mundo. (João Bosco Rabello em O Estado de S.Paulo)

Publicado ou Escrito por Chico Bruno
Versão Para Impressão | Envie Esta Mensagem
05.02.2010 | 07:53:57
Sucessão de Lula

Plano de governo do PT para Dilma reforça o papel do Estado na economia

Ancorado pelo mote de um novo "projeto nacional de desenvolvimento", o programa de governo do PT vai situar a candidatura presidencial da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, à esquerda da gestão Lula. Documento com as diretrizes que nortearão a plataforma política de Dilma, intitulado A grande transformação, prega maior presença do Estado na economia, com fortalecimento das empresas estatais e das políticas de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal para o setor produtivo.

O texto a ser apresentado no 4º Congresso Nacional do PT, de 18 a 20 de fevereiro - quando Dilma será aclamada candidata ao Palácio do Planalto num megaencontro em Brasília - diz que a herança transmitida à "próxima presidente" será "bendita", após duas décadas de estagnação e avaliações "medíocres". Em 2003, quando assumiu o primeiro mandato, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou ter recebido uma "herança maldita" do então presidente Fernando Henrique Cardoso.

Na tentativa de esvaziar o mote do pós-Lula entoado pelo PSDB, o documento obtido pelo Estado sustenta que só o herdeiro do espólio lulista pode oferecer as bases para a formulação de um "projeto nacional de desenvolvimento", que mescla incentivos ao investimento público e privado com distribuição de renda. (Vera Rosa em O Estado de S.Paulo) Leia
mais.

Publicado ou Escrito por Chico Bruno
Versão Para Impressão | Envie Esta Mensagem
05.02.2010 | 07:46:45
Queda de braço

Disputa entre Renan e Jucá ameaça unidade pemedebista na convenção

Uma disputa na bancada do PMDB do Senado ameaça a unidade que os pemedebistas pretendem exibir amanhã em sua convenção nacional, em Brasília, convocada para eleger o novo comando partidário e reconduzir o deputado Michel Temer (SP) à presidência da legenda.

Os senadores Romero Jucá (RR), líder do governo, e Valdir Raupp (RO), ex-líder da bancada, concorrem à vaga de vice-presidente, estimulados por alas divergentes do partido. Se não houver entendimento, a escolha caberá ao diretório nacional a ser eleito na convenção.

Raupp tem apoio do líder Renan Calheiros (AL) e da maior parte da bancada. Jucá tem a preferência da ala pemedebista da Câmara - que continuará ocupando os postos estratégicos da executiva que está sendo negociada: presidência, secretaria-geral e tesouraria. Deputados do partido afirmam que, se a disputa entre os senadores chegar à convenção, o líder deve vencer.

Argumentam que, como líder do governo, Jucá será mais útil no processo eleitoral, por ter "mais desenvoltura" e facilidade na relação com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governo. Por outro lado, o estilo de Jucá causa resistência à sua indicação na bancada do Senado, onde é visto como menos subordinado ao comando partidário e com "voo próprio".

Os pemedebistas do Senado estão atualmente fora da Executiva e do diretório por causa de um racha na convenção passada. A divergência entre as duas bancadas é histórica. Desta vez, negociam a composição da chapa e o retorno dos senadores, com a intenção de fortalecer o partido na eleição nacional. O Senado terá quatro vagas na executiva. Renan indicou Jucá, Raupp e Wellington Salgado (MG), suplente do ministro Hélio Costa (Comunicações). Como líder, ele é membro nato. (Raquel Ulhôa) Leia mais no Valor. 

Publicado ou Escrito por Chico Bruno
Versão Para Impressão | Envie Esta Mensagem
05.02.2010 | 07:42:20
Sucessão de Lula

Candidatura Ciro é legítima, diz Tarso Genro

O ministro da Justiça, Tarso Genro, negou ontem que a candidatura do deputado Ciro Gomes à Presidência nas eleições de outubro possa fragilizar o desempenho da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff na campanha.

"É óbvio que queremos que ele (Ciro) esteja conosco desde o primeiro turno. Mas eu entendo que isso não implica em fragilização da candidatura de Dilma. Agora, sua presença junto da ministra fortaleceria a candidatura do governo", afirmou Genro, em evento da 33ª Caravana da Anistia A Comissão de Anistia, na sede do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo.

Genro, no entanto, ponderou que considera legítima a pretensão de Ciro de concorrer ao Palácio do Planalto e ressaltou que o PT deve respeitar a sua vontade. "Não temos no campo da esquerda um partido monolítico que feche os demais".

Depois de passar por um período de férias fora do país, Ciro retornou nesta semana às atividades legislativas no Congresso e reiterou sua pretensão de disputar as eleições presidenciais.

Lula pretende conversar com o deputado para tentar convencê-lo a concorrer ao governo paulista para não dividir a base aliada na campanha presidencial. Genro também comentou que a escolha de Dilma para sucessão do presidente foi feita exclusivamente por Lula.

A decisão, acrescentou o ministro, serviu para pacificar o partido em um momento em que não havia candidatos fortes para a disputa após ter se tornado público o escândalo do mensalão, em 2005.

O ministro ainda negou que falte popularidade e simpatia à Dilma e avaliou que "ninguém consegue ter o mesmo carisma do presidente Lula". (Fernando Taquari) Leia mais no Valor. 

Publicado ou Escrito por Chico Bruno
Versão Para Impressão | Envie Esta Mensagem
05.02.2010 | 07:38:35
Ele se acha

Lula avisa a governador que só quer um palanque no Amazonas

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva avisou ontem ao governador do Amazonas, Eduardo Braga (PMDB), que não quer, na campanha presidencial, mais de um palanque para a ministra Dilma Rousseff no Estado. Lula não escondeu a preferência pela candidatura estadual do ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento (PR), que vai reassumir a presidência do partido dentro do esforço de fortalecer a candidatura Dilma. Mas Eduardo Braga, que concorrerá ao Senado e apresenta índices de popularidade na faixa dos 80%, trabalha pela candidatura do atual vice-governador, Omar Aziz.

Segundo Eduardo Braga, que esteve ontem com o presidente, a ideia é encontrar uma solução para o impasse até março, quando Lula visitará o Amazonas. Braga, que faz parte do grupo do PMDB ligado ao presidente da Câmara, Michel Temer (SP), afirmou que ainda não está claro, por exemplo, se o prefeito de Manaus, Amazonino Mendes (PTB), também concorrerá ao governo do Estado, o que aumentaria para três o número de candidaturas da base aliada do governo.

Braga tem eleição praticamente assegurada para o Senado. Um instituto de pesquisa local estima que ele poderá receber aproximadamente 1 milhão de votos. Lula trabalha com uma chapa composta por Alfredo Nascimento para governador e Eduardo Braga e a deputada Vanessa Grazziotin (PCdoB) para o Senado. O apoio presidencial a Grazziotin tem outro objetivo: neutralizar a força política do senador Arthur Virgílio (PSDB), que tenta a reeleição, no interior do Estado.

A dificuldade é que Braga não apoia politicamente nem Nascimento nem Vanessa. Durante balanço do PAC, o ministro dos Transportes afirmou que, se não sair para governador, não será candidato a nada. Braga minimizou a declaração: "Para mim, isso não foi um ultimato e sim, um sinal de humildade." (Paulo de Tarso Lyra no Valor)

Publicado ou Escrito por Chico Bruno
Versão Para Impressão | Envie Esta Mensagem
05.02.2010 | 07:32:10
Ilimar Franco em O Globo

O estilo Dilma

A ministra Dilma Rousseff estava impaciente ontem no balanço do PAC. Paulo Bernardo (Planejamento) falava, quando foi interrompido pela ministra: “Tá bom Paulinho”. Bem-humorado, PB lascou: “Vai que é tua, Dilma”. Carlos Minc (Meio Ambiente) só parou depois de levar um tapinha de Edison Lobão (Minas e Energia), que tinha sido cutucado por Guido Mantega (Fazenda), após ouvir Dilma em seu ouvido: “Manda ele parar”. (Coluna Panorama Político)

Publicado ou Escrito por Chico Bruno
Versão Para Impressão | Envie Esta Mensagem
05.02.2010 | 07:27:04
Sucessão de Lula

Marina faz contraponto com Lula na TV

A pré-candidata do PV à Presidência, senadora Marina Silva (AC), sem maquiagem ou produção mais apurada de figurino, ocupou praticamente sozinha ontem os dez minutos do programa do PV na televisão. O contraponto mostrado com a biografia do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é que também venceu os obstáculos das doenças e pobreza no interior do Acre, mas optou por estudar muito e, hoje, é um nome respeitado por importantes lideranças mundiais, não só as do meio ambiente.

O tema do programa foi a educação, apontado como o maior problema brasileiro.

— Tudo o que aconteceu comigo foi porque tive oportunidade de estudar, ainda que tardiamente — disse Marina.

Ela contou fatos curiosos de sua história. Rindo, lembrou que aos 16 anos começou a estudar e em 15 dias foi alfabetizada. E quando a professora fez a chamada por Osmarina, ela foi até sua mesa e recebeu uma bronca: — O que está fazendo aqui? É abestada? Quando a gente chama o nome, a pessoa tem que responder presente — contou Marina, rindo.

A senadora fez algumas referências ao presidente Lula, com quem diz ter uma relação de respeito. Em nenhum momento lamentou a saída do PT ou citou colegas petistas como Dilma Rousseff. (Maria Lima em O Globo)

Publicado ou Escrito por Chico Bruno
Versão Para Impressão | Envie Esta Mensagem
05.02.2010 | 07:24:24
Sucessão de Lula

Oposição insiste em dupla Serra-Aécio

Apesar das negativas públicas, discretos movimentos do governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), nos bastidores, alimentam a esperança entre tucanos e integrantes do DEM de que ele poderá ser o vice na chapa presidencial do governador José Serra (SP). Aécio procurou aliados de sua confiança para sondá-los sobre o assunto, o que foi visto como um sinal de que começa a reconsiderar a possibilidade de compor a chapa puro-sangue para a disputa com a petista Dilma Rousseff.

Aécio ontem voltou a negar a possibilidade de ser vice na chapa de Serra. E afirmou que será candidato ao Senado nas próximas eleições. Desde que desistiu de disputar a indicação de seu partido para concorrer ao Planalto, o tucano vinha afirmando que o Legislativo seria seu caminho mais provável em 2010, mas deixava seu futuro político em aberto. Depois de inaugurar uma obra em Guaxupé, ontem, foi categórico: — Quanto ao futuro, fiz uma opção clara hoje. Serei candidato ao Senado por Minas e, no Congresso, quero dar continuidade ao trabalho que iniciamos aqui.

Um oposicionista minimizou as negativas de Aécio: — Ele pergunta a opinião de seus interlocutores sobre a viabilidade da chapa Serra-Aécio. Quem pede opinião considera a possibilidade.

A informação de que o ex-presidente Fernando Henrique já teria dado como certa a aceitação de Aécio para vice, como publicou ontem a coluna Panorama Político, levou alvoroço à oposição.

— Seria uma excelente notícia, mas temos que ter toda a cautela — disse o senador ACM Junior (DEM-BA).

— Com Aécio na chapa, a oposição praticamente define a eleição contra uma candidata desqualificável — disse o líder do DEM no Senado, Agripino Maia (RN).

O presidente do PSDB, Sérgio Guerra (PE), diz que ninguém tratou disso ainda, mas também não descarta que esse acerto seja possível: — Isso só vai ser tratado lá na frente, depois de consumada a candidatura do PSDB a presidente.

O ex-líder do DEM na Câmara Ronaldo Caiado (GO) estava animado. Pelo twitter, disse que teve conversas em São Paulo e, “mais do que nunca, a onda Serra e Aécio se consolida”. (Fábio Fabrini e Maria Lima em O Globo)

Publicado ou Escrito por Chico Bruno
Versão Para Impressão | Envie Esta Mensagem
05.02.2010 | 07:19:15
Ponte Salvador-Itaparica

Polêmica de Todos os Santos

Desde que o governo Jaques Wagner (PT) apresentou, recentemente, a proposta de tirar do papel antigo projeto de construção de uma ponte ligando Salvador à Ilha de Itaparica, a maior da Baía de Todos os Santos, a polêmica começou a se ampliar e já desponta como um dos principais assuntos da sucessão estadual. A ponte teria cerca de 12 quilômetros e, segundo seus defensores, resolveria o problema de acesso à ilha, precário devido a um deficiente sistema de ferry-boat, e integraria a capital baiana a um eixo rodoviário que corta o estado do litoral à região oeste.

Figura mais ilustre de Itaparica, o escritor João Ubaldo Ribeiro é contra a construção e diz acreditar que a ponte vai servir para aumentar a favelização e os índices de violência na ilha: — Não sou contra o progresso.

Mas, na hora em que essa ponte ficar pronta, vão ser criadas linhas de ônibus, e a ilha vai se transformar em mais um bairro de Salvador. Então, chegarão os barracos, a segurança ficará cada vez pior, e não teremos solução para problemas como falta de água e luz, que serão agravados. Para mim, a ponte faz parte de um jogo eleitoreiro.

Defensor da ponte, o governador Jaques Wagner diz que ela trará modernidade, e que Ubaldo não é dono da verdade.

— João Ubaldo é um grande escritor, não sei se é um grande urbanista, mas tem o direito de emitir a opinião dele. Mas não acho que a opinião dele é referencial. É uma opinião de um cidadão, como a de um cidadão qualquer trabalhador de Itaparica — disse Wagner. — A verdade é um processo de debate e construção de consenso. Então não me venha para cá nenhum dono da verdade dizer que é assim ou é assado. Eu posso encontrar outros ícones da cultura baiana e brasileira que têm opinião contrária à do meu querido escritor.

A ideia do governo é que a iniciativa privada construa a ponte, que deve custar R$ 1,5 bilhão, em troca da concessão para explorá-la cobrando pedágio. Duas gigantes da construção já manifestaram interesse: a OAS e a Odebrecht. No fim do mês passado, o governo baiano lançou o edital de Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) para que interessados apresentem projetos para a ponte com prazo até 14 de março.

Segundo João Ubaldo, o dinheiro que será usado na construção poderia ser aplicado, em menor escala, para resolver o problema dos ferry-boats que fazem a travessia: — Com R$ 150 milhões é possível comprar novas embarcações e melhorar o sistema que já existe, que é precário e tende a piorar, já que ninguém vai querer investir em algo que vai acabar. A população vai comer o pão que o diabo amassou durante as obras. Mas ainda não sabe disso e, como já sofre com o ferry-boat, é a favor da ponte.

De acordo com o governador, o transporte feito por ferryboats vai continuar: — Precisamos expandir nossa capital.

Irmão caçula de João Ubaldo, o engenheiro Manuel Ribeiro Filho é o responsável pelo projeto da ponte da construtora OAS. Segundo ele, a proposta de estudos a ser apresentada é assinada pelo arquiteto Ivan Smarcevski.

A ponte sairia da Via Expressa (na entrada do Porto de Salvador, passando por 800 metros por cima da Cidade Baixa) para um trecho vizinho ao terminal de Bom Despacho. Teria 12 km, seis a oito pistas e um vão central de 500 metros de comprimento por 90 metros de altura, para permitir a passagem de embarcações.

Para Ribeiro Filho, Itaparica vai virar uma grande favela se a ponte não for construída.

— Minha faxineira já está construindo uma casa lá — contou ele.

João Ubaldo diz que não tem conhecimento sobre há quanto tempo Manuel sabe que querem construir a ponte, e diz que recusou o convite para participar de um debate sobre o tema ao lado do irmão.

— Não quero discutir essa questão com meu irmão em público. Iam acabar dizendo que somos Caim e Abel. Meu irmão é um homem inteligente, muito educado, e acho que roupa suja se lava em casa. (O Globo)

Publicado ou Escrito por Chico Bruno
Versão Para Impressão | Envie Esta Mensagem
05.02.2010 | 07:09:17
Tudo pelo voto

Governo só vai privatizar aeroportos após eleições

O governo não vai repassar nenhum aeroporto à iniciativa privada este ano para não dar munição à oposição em ano eleitoral, apesar de já ter concluído uma proposta de modelo de privatização. Essa é a avaliação de pessoas próximas ao ministro da Defesa, Nelson Jobim, que trata pessoalmente do tema com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Durante balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o ministro afirmou que “as concessões estão fora de cogitação”.

Segundo interlocutores, Jobim tem insistido na proposta nas conversas com o presidente. Porém, falta a ele o respaldo da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, pré-candidata à Presidência da República. A ministra já bateu o martelo de que nenhum aeroporto existente será concedido este ano. Para Dilma, o principal para 2010 é concluir a abertura de capital da Infraero, administradora de 67 terminais do país e que poderá vender 49% de suas ações.

— As concessões estão fora de cogitação nesse momento — afirmou Jobim, acrescentando que, ainda assim, o governo trabalha para deixar pronto o modelo de concessão, o que deverá ocorrer em abril.

O tom usado pelo ministro pegou de surpresa técnicos do próprio governo que atuam no setor aéreo, presentes à cerimônia de balanço do PAC. Durante 2009, Jobim manifestara, em mais de uma ocasião, ser favorável à transferência do Galeão (Tom Jobim) e de Viracopos (Campinas), hoje administrados pela Infraero, ao setor privado. (Geralda Doca e Eliane Oliveira) leia mais em O Globo.

Publicado ou Escrito por Chico Bruno
Versão Para Impressão | Envie Esta Mensagem
05.02.2010 | 07:05:14
Bom dia! Manchetes de 6ª feira

Governo só vai privatizar aeroportos após eleições

Apesar da necessidade urgente de reformas dos aeroportos no país para atender às exigências da Copa de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016, o governo não vai repassar nenhum aeroporto à iniciativa privada este ano. A intenção é evitar que qualquer fracasso nos processos de licitação seja explorado pela oposição em ano eleitoral. Ontem, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, afirmou que "as concessões (de aeroportos) estão fora de cogitação neste momento". Segundo fontes do governo, no entanto, a opção pelas concessões dos terminais já teria sido feita, mas elas só aconteceriam no ano que vem.

Crise na Europa e incerteza nos EUA derrubam Bolsas

Os mercados enfrentaram turbulência ontem, causada pelo receio de calote de países da zona do euro - Grécia, Portugal e Espanha - e por dados ruins referentes ao emprego nos EUA.
Também pesou a possibilidade de que os EUA e o Reino Unido tenham avaliações rebaixadas pelas agências de classificação de risco pelo endividamento maior em decorrência dos planos para estimular a ec.

Plataforma do PT para Dilma amplia papel do Estado

Com o mote de um novo "projeto nacional de desenvolvimento", as diretrizes de programa de governo do PT, reunidas em texto ao qual o Estado teve acesso, pretendem situar a candidatura presidencial de Dilma Rousseff à esquerda da gestão Lula. O documento, intitulado "A grande transformação", prega maior presença do Estado na economia, com fortalecimento das estatais e das políticas de crédito oficial. O texto diz que a herança à "próxima presidente" será "bendita", depois de décadas de estagnação. "O programa é mais à esquerda do presidente, mas não é mais esquerdista", disse o presidente do PT, Ricardo Berzoini.   

Senado cobra Jobim sobre caças da FAB

O Senado vai convocar o ministro da Defesa, Nelson Jobim, para dar explicações sobre a escolha do novo caça da FAB. Jobim negou ter tomado uma decisão pessoal pelo mode1o francês, Rafale, após o governo daquele país ter reduzido o preço do pacote em US$ 2 bilhões. A informação, da Folha de S. Paulo, foi contestada no governo. Segundo a reportagem, o ministro não conseguiu alterar o relatório técnico, que deixa o caça francês em último lugar, e anunciou decisão verbalmente ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os senadores querem que o critério da FAB prevaleça e rejeitam a escolha de um avião que ainda é mais caro que os outros, apesar da redução de preço.

Filhos desaparecidos, mães desamparadas

As famílias de Luziânia que vieram a Brasília pedir ajuda das autoridades terão de seguir sozinhas na busca pelos jovens sumidos há mais de um mês. A Polícia Federal só pode entrar no caso se for requisitada pelo governo de Goiás.   

Investimentos elevam demanda de bens de capital

Os investimentos na ampliação da capacidade produtiva continuaram firmes nos últimos meses de 2009. Entre o terceiro e o quarto trimestres do ano passado, o consumo interno de máquinas e equipamentos cresceu 18%, segundo cálculos do Departamento de Pesquisas Econômicas do Bradesco, que considera a produção local vendida no mercado doméstico e a importação de bens de capital. Esse foi o segundo período consecutivo de forte recuperação do investimento na economia após a crise internacional - do segundo para o terceiro trimestres, esse indicador registrou alta de 6,5% no Produto Interno Bruto (PIB). Apesar da recuperação no fim do ano, o consumo aparente de máquinas pelas empresas caiu 11,5% em relação a 2008.
Para 2010, os analistas esperam uma forte alta da demanda interna por bens de capital. O consumo aparente de máquinas e equipamentos deve crescer cerca de 30%, contribuindo para que os investimentos totais na economia aumentem mais de 20% sobre o realizado no ano passado. Na conta final do investimento também entram os projetos de infraestrutura e construção civil.

Publicado ou Escrito por Chico Bruno
Versão Para Impressão | Envie Esta Mensagem
 
 






 
D S T Q Q S S
01020304
05060708091011
12131415161718
19202122232425
2627282930
 
• "Aposentado!Solte o verbo..."
• Alcinéa Cavalcante
• Altino Machado
• Bahia em Pauta
• Bahia Já
• Bahia Notícias
• Blog do Eldan Nato - Pará
• Blog do Jamildo
• Blog do John Cutrim
• Blog do Josias
• Blog do Magno Martins
• Cláudio Humberto
• Contas Abertas
• Correa Neto
• Fernando Rodrigues
• Imprensa Livre Bahia
• Instituto Millenium
• Lucia Hippolito
• Noblat
• Notícia Capital
• Notícias da Bahia
• Notícias Daqui
• O melhor da música
• Patria Latina
• Política Hoje
• Política Livre
• Primeira Hora
• Projeto Navegar Amazônia
• Prosa & Política
• Repiquete no Meio do Mundo
• Revista o Viés
• Walter Junior
 
 
Desenvolvimento:
Logo SPNWEB
 
Chico Bruno - Todos os direitos reservados 2010